O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 11/01/2021
O esporte nem sempre foi uma ferramenta de inclusão, ao contrário, era visto como uma atividade para uma classe privilegiada. Os primeiros registros são dos gregos, que competiam modalidades esportivas em Olímpia, conhecidas atualmente como olimpíadas. Nesse contexto, eram permitidos apenas que homens livres participassem, excluindo aqueles que não fossem do sexo masculino ou que não pertencesse a Grécia (estrangeiros). Entretanto, na atualidade, esse cenário tornou-se um pouco diferente, já que o esporte é utilizado para cumprir diversos objetivos e um deles, é a igualdade entre os seres humanos. Desse modo, o problema surge quando, as pessoas ligadas ao Estado brasileiro não visam a priorização do esporte, como uma forma de educação.
Primeiramente, as atividades físicas são imprescindíveis para uma vida duradoura e não sedentária. Segundo a OMS, uma pessoa considerada saudável deve praticar uma hora, durante cinco dias da semana algum tipo de esporte ou exercício. Além disso, ele também é uma forma de entretenimento e representatividade, como as Paraolimpíadas que ocorrem entre pessoas portadoras de alguma deficiência física ou mental e mostra exemplos de superação e determinação.
Outra forma de benefícios que o esporte pode trazer, é a diminuição da taxa de criminalidade entre crianças e jovens nas periferia, uma maneira diferente de alcançar a inclusão. Um grande exemplo é o Gabriel Jesus, negro, morador de um bairro necessitado de São Paulo que se revelou na SEP (Sociedade Esportiva Palmeiras) e hoje é um dos mais famosos jogadores brasileiros. Ademais, ele também é uma fonte de inspiração para tantos outros que estão atrás de seus sonhos e por isso, não visam o crime para conquistarem seus bens e ajudarem suas famílias.
Portanto, pode-se afirmar que o esporte vai além de práticas de exercícios físicos, ele é uma via para alcançar a educação e a igualdade. Assim, é dever do Ministério do Esporte implantar diversas atividades extracurriculares, como aulas de futebol e de dança, por meio de trabalhos voluntários, em áreas que possuem muitas crianças com o intuito de ocupar o tempo livre para que elas não sejam vítimas do crime que cerca as periferias e que também possam sentir a emoção de realizar uma boa assim. Desse modo, será possível construir uma sociedade brasileira que não seja conhecida mundo afora por seus pontos negativos.