O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 14/01/2021
Segundo Paulo Freire, que foi um importante educador brasileiro, “mudar é dificil mas é possível”. Nesse contexto, essa frase se torna de extrema importância, uma vez que ser mais reconhecido como melhoria para o País. Por si só o esporte já fornece diversos beneficios como a melhora do estado físico e mental e a falta de sedentarismo. Porém, ele também pode se tornar um forte aliado para a inclusão social de pessoas menos privilegiadas.
Primeiramente, é importante ressaltar que pessoas com deficiências, no geral, encontram dificuldades em diversos aspectos e com o esporte não é diferente. Dessa forma, o esporte sendo acessível para elas é uma forte, e muito importante, ferramenta de inclusão. Na série “glee”, um musical que mostra a vida de adolescentes na escola, retrata bem essa importância. Em alguns episódios mostra um dos personagens, que é cadeirante, entrando para o time de futebol e como isso faz bem pra ele, se tornando mais popular, mais acolhido. Fazendo com que, essa minoria, se sinta mais parte da sociedade em que vive. Com isso, é de extrema importância que o esporte seja mais valorizado e inclusivo.
Outrossim, é sua importância para as classes mais baixas economicamentes. Muitas vezes, as pessoas de classes baixa acabam não praticando esportes por não poderem pagar um bom lugar que as ensinem. As história de pessoas pobres, que vieram de favelas e venceram na vida, por exemplo, Gabriel Jesus, atual jogador no flamengo e nascido na periferia, Ronaldo “fenômeno”, que jogou na seleção brasileira, também nascido na periferia e Bianca Araújo, jogadora de basquete da seleção brasileira e ex catadora de lixo, encantam cada dia mais. Porém, ainda existe por trás uma falsa meritocracia enraizada e uma falta de incentivo e inclusão dessas pessoas.
Desse modo, a sociedade como um todo, poderia melhorar o incentivo e reconhecimento com o esporte. Para isso, ONGS, juntamente com o ministério do esporte e instituições de ensino, poderiam propor projetos mais inclusivos para pessoas com deficiência, escolas de bairro com turmas especiais, interação nas aulas de educação física e maior visibilidade aos jogos paralímpicos. E, o governo, em conjunto com as mídias e escolas e faculdades poderiam fornecer aulas gratuitas e mais seriedade nas aulas fornecidas nas escolas, como contagem de horas para os currículos. Para que, exista uma sociedade mais inclusiva e que valoriza o esporte.