O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 28/07/2021
Rayssa Leal veio para quebrar diversos paradigmas. A nordestina de apenas 13 anos se tornou a medalhista mais jovem da história do Brasil em Jogos Olímpicos, e consta que já sofreu muito preconceito, mas viu no skate a possibilidade de alcançar seus sonhos. Nesse sentido, a narrativa foca na trajetória de Rayssa, e deixa bem claro que sua realidade é vivenciada por muitos, as crianças brasileiras estão com um baixo índice de prática de atividades físicas, atingindo cerca de 22,4% da população total durante a pandemia, segundo a Universidade Federal de Minas Gerais. Fora da ficção, é fato que a realidade apresentada por Rayssa Leal pode ser referente aos dias modernos e é necessário salientar, ainda, que a sociedade atual precisa de um insigne amparo familiar e governamental.
Em primeiro lugar, faz-se necessário mencionar Ítalo Ferreira, surfista brasileiro que aprendeu a surfar em uma tampa de caixa de isopor do pai pescador e que conquistou medalha de ouro do Brasil nas Olimpíadas de Tóquio. É perceptível, então, que existe um grande exemplo de superação e realização de um sonho através do esporte. Além disso, não se pode esquecer que, graças aos fatos supracitados, o indivíduo só conseguiu aprender a surfar através do apoio de seu pai. Fica claro, pois, que o por meio do apoio familiar o esporte pode ser uma grande ferramenta de inclusão social no Brasil.
Em segundo lugar, convém ressaltar que há, no Brasil, uma evidente falta de apreço da prática do esporte desdo início da faixa etária da população. Desse modo, é lícito referenciar a esqueitista brasileira Rayssa Leal, que, após ganhar sua medalha nas Olimpíadas de Tóquio disse “se você pode sonhar, você pode realizar”. Logo, é notório que, em situação análoga à mensagem abordada, os brasileiros que sonham, podem concluir todos eles, até mesmo sem nenhum apoio ou auxílio governamental, porém com muito ardor, levando tantos a desistência e o desânimo.
Portanto, medidas são necessárias para resolver os problemas discutidos. Isto posto, cabe ao círculo familiar, forte ferramente de influenciar a vida de um individuo, juntamente com o auxílio governamental, tomar providências de incentivos a prática do esporte, levando pistas de skates, de patins e de patinetes aos bairros mais vulneráveis, como também quadras de vôlei e futebol, e para os que quisesse ir além, aumentar as escolinhas públicas que disponibiliza auxílios de renda. Espera-se, com essa medida, que o esporte transforme a vida de diferentes pessoas e seja uma esplêndida ferramenta de inclusão social no Brasil.