O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 18/09/2021
A Grécia Antiga foi um marco histórico para as primeiras práticas esportivas se estendendo para outros países dando início às Olímpiadas. Além disso a desigualdade econômica afeta o acesso ao ingresso dos jovens nesse mundo, contribuindo para o aumento da violência urbana. Desse modo a cultura esportiva muda vidas, mas são necessário mudanças nas políticas de inclusão gerando representatividade.
Em primeiro lugar, o esporte tem um aspecto positivo, sendo exemplificado na fala de Alberth Eisten, “Sem cultura moral não haverá saída para o homem”. Visto que, o desporte auxilia na melhoria de vida de algumas famílias, como por exemplo a atleta Rebeca Andrade, que veio de uma família com 6 irmãos e obteve a oportunidade de participar das Olímpiadas, ganhando medalhas de ouro e prata ganhado uma visibiladade grande nas redes socias incentivando mais adolecentes a entrarem no mundo dos esportes.
Em segundo plano, a inclusão de jovens ao acesso esportivo reduz drasticamente o crime urbano no qual é mostrado no filme “Um sonho impossível”, em que o personagem de origem periférica muda sua vida através do esporte, dessa maneira com a exclusão do Ministério do Esporte e a redução do bolsa atleta no Governo Bolsonaro, afeta diretamente os atletas, que acabam largando a suas carreiras com intuito de trabalhar no intuito de garantir seu sustento, pois o corte de verba prejudica os jogadores à continuarem com os treinos e a preparação para as competições.
Logo, essa ferramenta possibilita mudanças como estilo de vida e inclusão. Sendo assim o Governo Federal deve propor à volta do Ministério do esporte em conjunto congelar cortes dos programas sociais ligada ao esporte através de votação no plenário, com a finalidade de propor mais competidores nas Olímpiadas, sendo capaz de incetivar mais jovens de zonas periféricas a participar das atividades tirando eles das ruas longe da criminalidade.