O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 27/10/2021
Na Grécia, primeiro país a sediar os Jogos Olímpicos da Era Moderna, o esporte era valorizado e exaltado, assim como o condicionamento físico dos esportistas que era visto como exemplo de beleza. Criavam-se, desse modo, esteriótipos de que o esporte era para poucos. No entanto, contrariando o cenário grego, no contexto brasileiro a prática de exercícios físicos deve ser vista e difundida como uma importante ferramenta de inclusão social. Diante disso, tornam-se fundamentais a acessibildade esportiva e a valorização da educação física, a fim de que ocorra o pleno funcionamento esportivo da sociedade.
Em primeira análise, excercícios físicos devem estar ao alcance de toda a sociedade. Conforme a Unic Rio, os programas esportivos aumentam os índices de frequência escolar e reduzem o comportamento antissocial, inclusive a vioência. Dessa forma, nota-se que diversos jovens e cidadãos podem encontrar no esporte um refúgio para um panorama mais saúdavel e com melhores oportunidades de vida, visto que o indivíduo evolui sua disciplina e socializa com diversas pessoas diferentes. Desse modo, fronteiras limintantes devem ser superadas para que o esporte seja democratizado.
Ademais, a desvalorizaçao da educação física impossibilita que os benefícios provenientes do esporte cheguem a toda população. Sobre isso, Sócrates, filósofo grego da antiguidade, já afirmava que o esporte é fundamental para o desenvolvimento e para a formação do ser humano. Passados mais de XX séculos, a ideia do filósofo encontra-se deturpada, uma vez que a falta de investimentos impede que os cidadãos desfrutem de uma infraestrutura adequada e de profissionais qualificados, logo, a disseminação da educação esportiva é restringida. Nesse sentido, é necessária a criação de oportunidades para os mais diversos homens, a fim de proporcionar um meio de inclusão participativo, fortalecendo a inserção de valores, direitos e deveres.
Infere-se, portanto, que é imprenscidínvel a adoção de medidas que visem a assegurar que o esporte seja um mecanismo de interação e integração social. À vista disso, o Ministério da Educação em parceria com o Ministério da Cidadania devem promover o acesso ao esporte - eminente mecanismo de inclusão social - por meio da criação de centros poliesportivos, de projetos disciplinares e de dinâmicas esportivas que serão ministradas por profissionais da área, com o intuito de mitigar a carência esportiva e a exclusão social. Dessa maneira, se consolidará um país no qual o esporte e visto e difundido como uma importante ferramenta de inclusão social, diferentemente do conceito esportivo presente na Grécia Antiga.