O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 17/05/2022

Em uma cena clássica de my hero academia, o protagonista tem a autoconfiança adquirida após a população nacional reconhecer seu esforço nas artes marciais. Fora da ficção, o esporte é um transformador extraordinário na vida de um cidadão, todavia pouco explorado e valorizado na sociedade contemporânea brasileira.

Segundo Martin Luther King, toda hora é hora de fazer o que é certo. Atualmente, 100 milhões de pessoas com 15 ou mais idade não praticam esportes segundo o IBGE. Os fatores predominantes são a ausência de estímulos, desinteresse populacional e falta de investimentos governamental em infraestrutura para o desenvolvimento do hábito esportivo, todavia prejudica a população com alguns problemas como sedentarismo e comodismo.

Entretanto, convém frisar que há uma desvalorização na aula de educação física e de infraestrutura fornecida aos alunos, comprova-se isso, conforme apontou à pesquisa do G1, segundo a pesquisa diversas escolas do país não tem professor de educação física e muito menos uma quadra poliesportiva. Ademais, a ausência de patrocínio e propaganda em diversos esportes são os principais empecilhos para o crescimento nacionalmente nessa área, impossibilitando inúmeros jovens desamparados a se agregarem socialmente e os impedindo de realizarem seus sonhos, dado que a maioria não tem perspectiva de estabilidade financeira ou apoio moral.

Portanto, medidas são necessárias para atenuar a problemática. Segundo Nelson Mandela, a educação é o motor para o desenvolvimento pessoal. Assim sendo, é imprescindível que haja investimento governamental em desenvolvimento de espaço poliesportivo em escolas para as aulas de educação física, mas com implementação de entretenimentos derivados. Por fim, diversas empresas privadas poderiam disponibilizar verbas para patrocinar atletas, assim gerando visibilidade nacional e paulatinamente um crescimento de cada esporte e na marca da própria empresa.