O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 14/09/2022
No filme “Um sonho possível”,pertencente ao catálogo do HBO Max, retrata a história de Michael Oher, um homem pobre e sem uma base familiar estável, que encontra no futebol americano uma forma de mudar de vida. Entretanto, de forma análoga, apesar do filme retratar a importância do esporte na vida das pessoas, no Brasil, este não é acessível a todos. Nesse sentido, pode-se destacar dois aspectos importantes: a deficiência governamental e a falta de incentivo ao esporte nas escolas do país.
Em primeiro plano, deve-se ressaltar a negligência governamental no que tange a escassez de inclusão social esportiva. Isso acontece, pois o Governo não observa a necessidade do esporte para os cidadãos brasileiros, principalmente para a saúde, bem estar, mas como também, na esperança. Essa conjuntura segundo o filósofo contratualista Jonh Locke, configura-se como uma violação do contrato social, pois o poder estatal não cumpre sua função perante à sociedade.
Ademais, é fundamental apontar a carência nas instituições escolares no Brasil. Isso acontece, por que sem o auxílio governamental não é possível motivar as crianças e jovens a praticarem determinado esporte, bem como não é possível estabelecer interações sociais e comunicativas. Nessa perspectiva, “Não corrigir nossas falhas é o mesmo que cometer novos erros”, fala do filósofo Chinês Confúcio, demostra a necessidade de mudança. No entanto, como afirmou o ativista Luther King: “Toda hora é hora de fazer o certo”.
Depreende-se, portanto, que ações sejam feitas para que o esporte seja ferramenta de inclusão social na nação brasileira. Para isso, é imprescindível que o Governo juntamente com o Ministério da Econômica – órgão responsável pela economia no Brasil –, implemente uma renda financeira ao setor esportivo das instituições escolares, a fim de demogratizar a praticar esportiva a todos. Logo, podendo contribuir para que, assim como ocorreu no filme “Um sonho possível”, o esporte seja uma ferramenta de inclusão, mas também uma fonte de esperança.