O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 10/09/2022
O livro “Cidadão de Papel” de Gilberto Dimenstein, diz que a Carta Magna somente ocorre no papel, percebe-se isso no artigo 5º da Consituição federal, em que apresenta que todos possuem direito à inclusão social, porém, isso não ocorre realmente, nota-se pela grande quantidade de pessoas que não são inclusas na sociedade brasileira atual. De maneira análoga, há o esporte como inclusão no Brasil. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: falta de oportunidades e desinteresse no investimentos em atletas.
Em primeira análise, evidencia-se a carência de possibilidade de demonstrar suas habilidades. Sob essa ótica, segundo o portal de notícias G1, menos de 20% dos atletas em comunidades possuem uma chance de mostrar seus talentos esportivos, uma pouca quantidade para uma lei que já existe na Carta Magna do Brasil, mas muitas dessas pessoas sofrem com exclusão social por serem de periferia. Logo, indiscutivelmente, faltam medidas eficazes para resolver o problema.
Além disso, é notória a excassez de investimentos em atletas mulheres e deficientes. Desse modo, como exemplo há Adriana Araujo, pugilista brasileira, que demorou dez anos para conseguir dinheiro para pagar treinos e viagens para competições e se tivessem investido em Adriana desde o ínicio de sua carreira, teria ido em varias competições brasileiras e internacionais e seria incluída na sociedade mais rapidamente. Dessa forma, é inaceitável que obstáculos continuem a existir na sociedade, tendo em vista que a exclusão social é uma das causas do desequilíbrio social.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham aumentar a inclusão social no país. Dessa maneira, cabe ao Ministério do Esporte, órgão responsável pelo esporte do país, investir em atletas da periferia e deficientes, por meio de um projeto virtual, a fim de que diminua a quantidade de exclusão social no Brasil. Somente assim, o Brasil poderá de fato, mudar seu destino positivamente.