O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 12/09/2022
Em outubro de 1988, a sociedade brasileira conheceu um dos documentos mais importantes da hhistória: a Constituição Federal, cujo conteúdo garante o direito a acessibilidade. De maneira análoga, a perpetuação da falta de investimentos para a inclusão social no esporte se torna uma adversidade. Nesse prisma destacam-se dois aspectos: a invisibilidade e a desigualdade social.
Em primeira análise, evidencia-se a invisibilidade. Sob essa ótica, Simone de Beauvoir, filósofa francesa, em sua obra literária “A Velhice” retrata que existe um apagamento da figura do idoso. Dessa forma, Beauvoir, de forma implicita, critica a forma como a sociedade exclui uma parcela da massa social na qual são vistas como irrelevantes na sociedade, do mesmo modo de que os indivíduos desproventes do esporte são omitidos e por consequência tendo chances inferiores de melhora de vida e uma vida sociável inativa.
Além disso, é notório a desigualdade social. Desse modo, a Lei de terras norte-americana, criada em 1862, cuja finalidade é de que todos teriam acesso à terra, pagando valor simbólico de 1 dólar, assim, promovendo a incorporação da comunidade. Consoante a isso, a política agrária brasileira não democratizou a terra, tal qual uma fração da engrenagem social não tem incorporação de maneira devida, sendo marginalizadas e não usufruindo de direitos básicos como o lazer e igualdade.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar o esporte como ferramenta de inclusão social. Dessa maneira, cabe a escola, forte ferramenta de formação de integração, fazer jogos solidários, por meio de influenciadores do mundo do exercício, a fim de que os residentes se conheçam e se familiarizem. Somente assim, o que está resguardado na Lei Maior estará sendo cumprido.