O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 21/09/2022
Na Grécia Antiga, o esporte era sinônimo de boa educação e status social. Assim, foi criado um estereótipo de que o esporte era para poucos. No entanto, nos dias atuais o esporte deve ser visto como uma ferramenta de inclusão, tanto para portadores de deficiência, como também nas periferias.
Diante desse contexto, a inclusão social garante que pessoas com deficiência tenham direitos igualitários, e o esporte pode contribuir com essa inclusão. Paradoxalmente, no Brasil, os deficientes físicos tem seus direitos menosprezados, haja vista que no esporte há uma discrepância e desvalorização do potencial do deficiente, que na maiorias dos casos, ocasiona o desânimo do atleta. Ao contrário desse esteriótipo enraizado, os PCDS tem o mesmo potencial e capacidade de qualquer outro indivíduo.
Ademais, cabe ressaltar a importância do esporte na periferia. No Brasil, cerca de 28% da população é composta por jovens, sendo a maioria de classes sociais baixas. Entretanto, na atual conjuntura o esporte está cada vez mais elitizado, trazendo em pauta a importância dos projetos sociais, que desempenham um papel eficaz na vida dos mais pobres, dando uma oportunidade de autoconhecimento, como também abrindo caminhos para uma possível ascensão social.
Portanto, considerando os fatos mencionados, fica evidente a necessidade de medidas interventivas. Cabe ao Governo Federal, por meio do Ministério do Esporte - órgão responsável por construir uma política do esporte- promover campanhas nos centros esportivos, a fim de que se possa garantir direitos igualitários para os deficientes físicos, como também investimentos em projetos sociais nas periferias. Dessa forma, a inclusão por meio do esporte será eficiente, promovendo uma melhora estrutural no país.