O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 03/10/2022
Durante o ano de 2020, ocorreu na cidade de Tóquio no Japão os jogos paralímpicos, onde atletas portadores de algum grau de deficiência puderam competir entre diversas modalidades. De maneira análoga a isso, o esporte favoreceu não apenas sua inclusão, como também seu reconhecimento merecido. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: a negligência estatal e a falta de incentivo.
Em primeira análise, evidencia-se a incoerência de investimentos nos atletas de base pelo Estado. Segundo pesquisas no site ESPN, o problema está na distribuição inadequada da renda, pois apenas jogadores do topo são favorecidos, deixando de lado aqueles que estão lutando para ingressar no esporte. Dessa forma, excelentes atletas não conseguem evoluir pela precariedade dos lugares de treino e a falta de patrocínio.
Além disso, é notório como a falta de incentivo na escola prejudica o desenvolvimento dos estudantes. Desse modo, conforme Immanuel Kant, filósofo alemão, o ser humano é aquilo que a educação faz dele. Consoante a isso, com essa falta de apoio educacional, diversos jovens desistem de seus sonhos no meio esportivo por acreditarem não serem capazes ou favorecidos, resultando em adultos frustrados e sem esperança.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham ampliar esse encorajamento. Dessa maneira, cabe ao Estado fazer uma redistribuição da verba, por meio de ações para os pequenos atletas e similarmente investir no esporte dentro das escolas, a fim de que todos possam fazer parte desse espaço.