O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil

Enviada em 05/04/2025

Para Aristóteles, “a base da sociedade é a justiça”. Entretanto, não é possível observar uma reação interventiva no esporte como ferramenta de inclusão no Brasil, tendo em vista que a sociedade enfrenta uma série de desafios para atender a essa demanda. Nesse contexto, torna-se evidente a negligência estatal, bem como a desigualdade social.

Em primeira análise, observa-se a negligência estatal presente na questão. Segundo Michel Foucault, “onde há poder, há resistência”. Essa frase indaga como o governo impacta indiretamente o esporte como ferramenta de inclusão no Brasil, visto que muitas crianças e jovens não têm oportunidade de seguir na carreira de atletas; consequentemente, suas oportunidades acabam por se limitar apenas ao lazer.

Em paralelo, a desigualdade social é um entrave no que tange ao problema. De acordo com Aldous Huxley, “os fatos não deixam de existir só porque são ignorados”. Essa citação faz-se questionar como adolescentes que residem em comunidades não têm as mesmas oportunidades de cidadãos que moram em condomínios, influenciando diretamente o esporte como ferramenta de inclusão no Brasil, o que, por conseguinte, limita o acesso à prática esportiva e ao desenvolvimento físico e social de muitos brasileiros diariamente.

Portanto, será necessária uma intervenção. Para isso, o Ministério da Educação, órgão responsável por explorar a capacidade física e psíquica de crianças e jovens, deverá desenvolver campanhas de conscientização a fim de reverter a negligência estatal. Tal ação ainda poderá ser divulgada por influenciadores digitais com o objetivo de acelerar o esporte como ferramenta de inclusão no Brasil. Em conjunto, deve-se intervir sobre a desigualdade social, por meio de sites de veículos de mídia. Dessa forma, a justiça poderá ser considerada, como cita Aristóteles.