O esporte como ferramenta de inclusão social no Brasil
Enviada em 04/04/2025
É de fundamental relevância a Lei nº 13.146/2015, que garante a inclusão social de pessoas com deficiência. Também é conhecida como Estatuto da Pessoa com Deficiência. Seus transmissores de inclusão variam, sendo o esporte um importante vetor de igualdade nas oportunidades. Esportes como capoeira e futebol trazem a quebra de preconceitos ao acolher grupos que, infelizmente, são em alguns momentos deixados de lado. No Brasil, o Projeto Jabuti Capoeira e as artes marciais são exemplos de organizações que buscam a inclusão na sociedade.
Referente ao tema, no programa Brasil das Gerais, Kelber Cena, contra-mestre de capoeira, abordou como a capoeira tem ajudado jovens com paralisia cerebral. Em sua análise, Kelber mostrou como o Projeto Jabuti é uma referência de integração de grupos que não têm as mesmas oportunidades que outras maiorias. Isso mostra como o esporte está presente na luta por igualdade, não apenas no Brasil, mas também no mundo.
Em segunda análise, no mesmo programa, Ericsson, professor de artes marciais, relata como as artes marciais despertam a motivação nas crianças, sendo citado por ele: “As artes marciais despertam nas crianças um motivo maior para viver, despertar esse sentimento de poder estar fazendo a diferença na sociedade, não apenas como esportista, mas como cidadão”.
Desse modo, a fim de aumentar a inclusão, é necessária a mobilização de certos agentes empenhados em utilizar o esporte como ferramenta de transmissão da igualdade. Cabe ao Governo Federal e ao Ministério do Esporte, portanto, incentivar e investir em políticas públicas em prol do esporte e da inclusão de grupos desfavorecidos, com a utilização de esportes diversos como futebol, capoeira e vôlei. Espera-se, com isso, que cada cidadão possa ser incluído nas diversas oportunidades da sociedade.“As artes marciais despertam nas crianças um motivo maior para viver, despertar esse sentimento de poder estar fazendo a diferença na sociedade, não apenas como esportista, mas como cidadão”.