O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 04/11/2021

Segundo a Declaração Universal dos Direitos Humanos, os iguais são iguais em dignidade de direitos. No entanto, tal premissa não é verificada na realidade brasileira, uma vez que as pessoas com AIDS são discriminadas em meio a sociedade. Com isso, emerge um problema sério em virtude da falta de empatia e do silenciamento instaurado na problema.

Diante desse cenário, a falta de empatia é um entrave no que tange ao problem. Segundo o filósofo Zygmunt Bauman as relações estão cada vez mais líquidas, onde indivíduo tendem a pensar apenas em si próprio. tal constatação é nítida, visto que devido a sensasação de superioridade ou medo muitos excluem pessoas soropositivas. Logo, devido ao estigma, sofrido muitos evitam relações familiares e recorrem ao isolamento, que por conseqüência deixam de realizar possíveis vir a óbito. Ademais, o estigma e discriminação traz consequências para pessoas que vivem com HIV e a AIDS onde muitos processam assédio moral, exclusão social, agressão física e a perda de emprego. Sendo assim, tal problemática deve ser solucionada.

Dessarte, o silenciamento é um desafio presente no problema. Djalma Ribeiro explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Pórem, há um silenciamento instaurado na questão do HIV em meio a uma sociedade, visto que o assunto pouco se é debatido. Outrossim, mesmo com a distribuição gratuita de camisinhas em postos de saúde muitos não usufruem desse direito por vergonha devido o desviar ser um tabu, contribuindo para maiores taxas de infecções. Além disso, por falta de informações muitos desconhecem que apesar de não ter cura, a tramentos onde as pessoas podem ter cargas virais baixas indetectaveis em exames, não podendo transmitir para o próximo. Assim, urge tirar essa situação da invisibilidade para atuar sobre ela como defende a pensadora.

Infere-se, portanto, que ainda há entraves para garantir a solidificação de políticas que visem a desconstrução do estigma associado a pessoas soropositvas. Dessa forma, o governo deve promover debates com médicos nas mídias socias existentes, fornecer nos postos de saúde psicólogos com intuito de um maior acolhimento aos mesmos, e em parceria com ONGs através de campanhas nas ruas, distribuir preservativos masculinos e femininos, distribuir panfletos com informações sobre prevenção, tratamentos e lugares de apoio, tal fato deve ser feito em finais de semana  cujo a concentração popular e maior. urge, também que a sodiedade e principalmente a familia acolha de formar humanizada os mesmos sem a prática da descriminação. Dessa maneira, o Brasil poderá superar de forma eficiente o estigma associado associado a pessoas com a HIV.