O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 24/09/2021

Vírus da imunodeficiência humana (HIV), causador da AIDS que ataca o sistema imunológico responsável pela defesa do organismo contra doenças. Além disso, é um vírus onde há uma precaridade de informação da socieadade e de como ele ocorre, gerando um preconceito e uma falta de empatia com pessoas soropositivas. Assim como, as mentiras que cerca essa doença, mitos de que surgiu através de relações homoafetivas, como também, a omissão do Governo para as causas sociais e informacionais, para o grupo afetado e o povo brasileiro.

Em uma primeira análise,  é importante observa que o primeiro caso de AIDS no Brasil foi em 1983, um jovem homossexual. Porém, isso não ocorreu pela orientação sexual dele, e sim porque o grupo LGBTQIA+ era cercado de preconceito, e não tinha acessos as prevenções sexuais importantes para não adquirição da doença, e as informações necessárias. Entretanto, tal fato foi crucial para associar a infecção a esse grupo, disseminando ainda mais a intolerância, homossexuais foram proibidos de serem doadores de sangue, e tiveram suas vozes calada durante anos. Outrossim, o estigma sobre o HIV referente as crenças populacionais, como sentimenetos negativos com pessoas soropositvas, tendo medo de procurar por informações, atendimento e serviços que reduzam o risco de infecção, foi devido ao receio de que sejam levadas a supeitas do seu estado sorológico.

Ademais,  o Doutor Dráuzio Varella disse assim “Quando ainda nem havia o teste para o HIV, o simples fato de ser homosexual colocava a pessoa em suspeita para doar sangue.” Essa omissão governamental durou cerca de 35 anos, mas ainda é o começo de uma luta. Além do mais, o Dr Dráuzio disse isso em uma reportagem que falava sobre a aporvação concedida pelo STF de gays serem doadores. Contudo, a aversão que cerca essa anomalia é muito forte, ainda mais em um governo onde deputados, como exemplo a Carla Zambelli associam a maior parte da patologia a jovens gays, e de como a orientação influência para isso, segundo o twitter da mesma.

Portanto, entende-se que para acabar com as marcas preconceituosas existente sobre o HIV é preciso que o Ministério da saúde junto com o Ministério da Justiça, criem medidas que dimunuam a violência contra essas pessoas e as mentiras que cercam a doença. Dessa forma, é necessário que incetive denúncias as pessoas que sofre intolerância patológica, manisfestações que exijam respeito a esses indíviduos. Desse modo, é importante que o legislativo crie leis que criminalizem qualquer forma discriminatória e qualque ligação ao grupo LGBTQIA+, também é preciso criar palestras e campanhas a respeito da infecção, e de que com o cuidado certo não é transmitido facilmente. Então, o artigo 5º da Constituição, que garante igualdade para todos será cumprido.