O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 24/09/2021

Hoje no Brasil, vive-se um cenário em que o estigma associado ao vírus HIV no país é uma das principais questões discutidas pela população brasileira, que segue sem uma resolução. Diante dessa perspectiva, faz-se a imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro, seja pela insuficiência de conhecimento e omissão de cuidados, seja pelo sucateamento da saúde e a falta de investimento nessa área.

Em primeiro lugar, a Constituição Federal de 1998, prevê, em seu artigo 6°, o direto a todos indivíduos não somente  à higidez das pessoas, mas também ao bem-estar coletivo. Nesse contexto, não há dúvidas que a falta de informação sobre o HIV é um desafio no Brasil. De acordo com o site da UOL, 53% dos casos de AIDS no país são entre relações homossexuais e bissexuais, desses casos apresentados 28% são causados  pela ausência de sapiência e a falta de prevenção para está doença. Pela interpretação dos índices, percebe-se que a população ainda não está completamente conscientizada sobre a gravidade do problema, embora o número de casos ainda seja alto.

Em segundo lugar, deve-se ressaltar a baixa qualidade na saúde e a falta de capital aplicada nessa área deriva da baixa atuação dos setores governamentais. Segundo o pesandor ‘‘Thomas Hobbes’’, o Estado é responsável por garantir a saúde da população, entretanto, é inaceitável na atualidade que a chefia não dê reparo para esse setor tão importante. De acordo com o site do G1, 46% das pessoas com HIV não estão conseguindo ter acesso ao tratamento gratuito. Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço da problemática na sociedade brasileira.

Infere-se, portanto, intervir no que diz respeito à cicatriz relacionada ao Vírus da Imunodeficiência Humana. Em suma, o Governo deve investir dinheiro na área da saúde, de modo que essas verbas aplicadas fomentem palestras de conscientização das pessoas, ensinando as desde cedo a ter conhecimento sobre as enfermidades e fazer suas medidas preventivas. Dessa forma, será possível garantir que futuramente o número de mortes relacionada a essa doença diminua cada vez mais. Só então seremos uma sociedade que promove igualdade de direitos para todos.