O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 26/09/2021

Os primeiros casos da sindrome da imunosuficiência adiquirida(SIDA) ocorreram no início dos anos 80, ocasionando milhares de mortes, vista naquela época com desprezo e preconceito, por acometer principalmente homossexuais. Com base nisso, mais de 40 anos depois o estigma continua assolando a vida dos portadores dessa moléstia.Sendo o preconceito caudado, principalmente, pela forma que o Governo se posiciona e pela desinformação generalizada da sociedade brasileira.

Primeiramente, é importante destacar que, o Estado tem uma parte de responsabilidade sobe os preconceitos sofridos por portadores do patógeno da AIDS. Isso se dá porque, no artigo 196 da Constituição federal diz:“A saúde é direito de todos e dever do estado, garantido mediante políticas públicas sociais e econômicas que visem a redução de doenças e outros agravos…”. Portanto, é perceptível que o Governo tem sido omisso em sua obrigação, pois não apoia de maneira satisfatória a inclusão de pessoas soropositivas na sociedade.

Em segundo lugar, a baixa quantidade de informações repassadas a população acaba gerando um aumento no numero de casos de descriminação contra possuidores de HIV. Um bom exemplo é  que a transmissibilidade desse vírus é bem pequena em atividades de convívio, em pacientes que possuem a carga viral indetectável a transmissibilidade é inexistente, de acordo com o CDC(Centro de Controle e Prevenção de Doenças). Com base nisso, fica evidente que a sociedade brasileira trata desigalmente essa parcela da população por falta de conhecimento acerca do assunto supracitado.

Portanto, tendo em vista esses problemas, o Ministério da Saúde deveria conscientizar seus cidadãos por meio de palestras e campanhas educativas na mídia. Isso, para que as pessoa com AIDS  consigam viver uma vida normal, sem serem estigmadas, atingindo assim a  igualdade garantida pelo quinto artigo da constituição federal.