O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 27/09/2021

No filme ‘’Extraordinario", relata a história de um menino que por conta da sua deficiência, sofre exclusão de seus colegas, análogo a isso, atualmente cidadãos diagnosticados com HIV sofrem do mesmo problema. Tal situação de exclusão além de corroborar os estigmas associados a doença influencia na piora do tratamento do paciente. Diante disto é necessário a mudança de tais cenários a fim de conquistar maior inclusão aos afetados divergindo seus estigmas.

Em primeira análise, os estigmas associados ao HIV na sociedade, desenvolvem-se a partir do senso comum, heranças de pensamento passados por um grupo, que gradativamente tornaram-se preconceitos enraizados na culturalmente, tais ideias juntamente com a falta de importância da maioria não afetada, gradualmente estimulam o isolamento dos indivíduos que contém a patologia, além de desencorajar a busca por ajuda. Portanto é imprescindível ações que retrocedam tal situação garantindo menores dificuldades aos pacientes diante a sociedade.

Outrossim, além da discriminação culturalmente enraizada sobre a doença, a falta de notoriedade dada ao assunto atualmente, favorece a oportunidade de falsas afirmações sobre a doença. Segundo Isaac Newton, físico inglês, “construímos muros demais e pontes de menos”. Seguindo este pensamento, ao invés de acolher e auxiliar, preferimos isolar os afetados e abdicar do conhecimento. Dessa forma auxiliando a maior desigualdade e maiores casos de infecção visto a falta de conhecimento.

Destarte, afim de mitigar a problemática, e garantir menores preconceitos relacionados a doença e seus portadores, é imperativo que o Governo Federal por meio de debates, discuta uma melhor forma de garantir o bem estar social dos afetados, e por intermédio do Ministério da Saúde e do Poder Legislativo, visar criar uma lei que equipare a discriminação dos pacientes provedores da doença, tornando o assunto visível a fim de alertar os cidadãos e garantindo o auxílio e acolhimento aos portadores conquistando maior inclusão e gradualmente rompendo seus estigmas.