O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 28/09/2021
A Imunodeficiência Humana, mais conhecida com HIV, é um vírus que se contraído por uma pessoa pode levar à síndrome da Imunodeficiência Adiquirida (AIDS), sua transmissão ocorre através de troca de fluidos corporais, por exemplo, sangue, sêmem, leite materno, secreção vaginal e não de interações comuns do dia-a-dia, como beijos, abraços, divisão de objetos e alimento. Desse modo torna-se evidente os estigmas associados ao HIV, inicialmente fruto da falta de conhecimento da população, que leva ao preconceito e discriminação dos infectados. Nesse contexto ao analisar os fatores supracitados, percebe-se que a problemática além de ser uma realidade, tende a potencializar e agravar a imoralidade inata.
De início, entende-se que a falta de saber da sociedade sobre a infecção sexualmente tramissível é um fato crucial para a existência do entreve na sociedade, porque não tendo esse conhecimento uma parcela da população passa a ter ações que tiram os diretos da outra parte populacional como; direito de tratamento, prevenção, de lazer, convívio em sociedade, direito de trabalho, entre outros, além de preconceitos morais e psíquicos. Segundo Durkein, o fato social é uma maneira coletiva de agir e pensar, ou seja, o preconceito torna-se um fato social a qual a população habituou-se a ele.
No ano de 1996 a Organização das Nações Unidas criou a UNAIDS com a finalidade de prevenir o avanço do HIV. A medicina também tem um papel fundamental nesse fato, visto que ocorreu o avanço do tratamento, e nos dias de hoje o recurso terapêutico deixa a carga viral indefectível e intransmissível. Mesmo com esse avanço os infectados sofrem descriminação no convívio social, fato que é visto na série de origem da Netflix, “Elite”, que relata uma personagem infectada com o vírus e alvo de preconceito além de outros problemas sociais.
Infere-se, portanto que medidas são necessárias para diminuir os preconceitos associados a Imunodeficiência Humana. A UNAIDS juntamente com as mídias sociais deveriam fazer campanhas no meios tecnológico com intuito de conscientizar toda a população, independente da idade, de modo que assim os estigmas não seja um fato social no contexto de Durkeim, e todos os direitos sejam assegurados a toda nação verde e amarelo, independente se for soropositivos.