O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 28/09/2021
Nos soropositivos quando há o devido tratamento com medicamentos,em alguns casos, é possível que o vírus se torne indetectável, em que sua carga viral baixa ao ponto de se tornar indetectável nos exames médicos. O estigma associado ao vírus HIV representa um retrocesso ético e social da nação, visto que a maior forma de discriminação se encontra dentro do próprio núcleo familiar, além da falta de conhecimento popular e social que exclui e subjulga essa parcela. Logo, o preconceito e a exclusão com a minoria traz à tona o defeito da população e sua falta de empatia.
Segundo um estudo feito pelo site Agência Brasil, a porcentagem de pessoas que já sofreu discriminação por serem soropositivos dentro do próprio lar equivale à 41% de 1604 no total. O que comprova como o núcleo familiar, que é a base para a construção da educação social e ética, falha nos seus próprios conceitos, agindo de forma contrária aos seus aspectos que buscam empatia e acolhimento. Logo, a base estrutural que formula o futuro da população e seus ensinamentos é afetada.
Além de que, é de cunho geral como a falta de educação e conhecimento sobre as doenças sexualmente transmissíveis afeta na relação social dessa minoria. A exclusão e julgamento ocorre quando não há conhecimento sobre as formas de transmissão dessa doença, causando o medo e aversão para com a parcela soropositiva, que por outro lado, em alguns casos não apresenta carga viral à ponto de serem transmitidas as infecções . Então, com o devido aprendizado sobre o assunto, a exclusão social das pessoas que carregam o vírus do HIV já não se torna recorrente e rigorosa como costuma ser.
Portanto, ao buscar maior atuação da ética nacional para com a população soropositiva, se faz necessária a atuação do Ministério da Saúde (MS) conscientizando pessoas por redes de telecomunicação, onde a informação se propaga facilmente, com debates e explicações sobre DSTs, além da atuação do Ministério da Educação (MEC) com temas inclusivos sobre a população soropositiva que sejam estudados em sala de aula. Fazendo assim, uma nação que abraça e acolhe suas diversidades, implementando a empatia e trabalho ético social.