O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 30/09/2021

De acordo com os relatórios do UNAIDS, as mortes relacionados à AIDS foram reduzidas mais 61% desde o 2004. Pórem, os prejuízos não desaparecem com a diminuicão das mortes, o estgma deixado pelos vírus de HIV é muito grande e os doentes podem enfrentar vários problemas na sociedade brasileira. Eles vivem com uma sistema imunológico danificado e ainda sofrem preconceitos dos outros por serem contaminados por essa doença.

Em primeiro lugar, o vírus da imunodeficiência humana causa o aids e ataca o sistema imunológico do indivíduo. De acordo com a informação fornecida pelo Ministério da Saúde, ainda não foi descoberto a cura para o HIV. Mesmo com a desenvolvimento de medicamentos antirretrovirais que diminuem a morte causada pela essa doença, os doentes precisam ser acompanhados de medicamentos para não agravar a situação. Dessa forma, a vida desses pessoas são limitados pela aids.

Além disso, os infectados ainda podem sofrer preconceitos na sociedade devido à essa doença. Segundo o filósofo inglês Thomas Hobbes: “o homem é o lobo do homem.” Essa frase destaca o caractér egoísta do homem, muitos infectados de aids podem ser excluídos de grupo por falta de conhecimento (pensando que a aids transmitem em contado com pessoas doentes), e muitos são ignorados apenas por ser um doente. Dessa maneira, percebe-se que o preconceito dos outros prejudicam ainda mais o indivíduo que já era infortúnio.

Infere-se, portanto, que o sistema imunológico fraco e preconceito da sociedade são principais estigmas associados a HIV na sociedade brasileira. O Ministério da Saúde deve divulgar mais informações sobre essa doença, como as medidas de prevenção (uso de preservativos durante as relações sociais), para diminuir a transmissão do HIV e é importante também destacar que o HIV não é transmitida por contato para diminuir o preconceito sobre essa doença. Essas medidas podem ser realizados por meio das jornais e revistas.