O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 30/09/2021

Segundo o Ministério da Saúde, “existem mais de 920 mil pessoas portadoras do vírus HIV”. Sob esse dao, nota-se a importância de combater o estigma social em relação a doença, visando o aumento da procura de tratamento. Logo, a falta de informações e o compatilhamento de notícias falsas, contribuem com a desaprovação social em relação a comorbidade.

Primeiramente, é válido ressaltar que a falta de informações colabora com o pertencimento da ignorância. Sob essa ótica, o cantor britânico Fred Mercury, deixou parte de sua fortuna para a pesquisa contra o vírus HIV, com o intuito de levar mais informações a sociedade. Desse modo, a pesquisa ajudará a disseminar dados e estatísticas que possam diminuir o estigma da doença.

Além disso, o compartilhamento de notícias falsas leva o público á descriminar os portadores do vírus HIV. Sob essa analogia, a princesa Diana, apertou as mãos de 12 pacientes contaminadas pela doença. Essa ação teve a finalidade de combater as falsas informações de que as pessoas com essa comorbidade poderiam passar a doença através do contato físico.

Portanto, medidas são necessárias para resolver esse impasse. Logo, o Ministério da Educação, juntamente com o Ministério da saúde, deverão criar projetos - por meio de propagandas, vídeos, palestras - que visam a ampliação de informações sobre o vírus HIV, levando a sociedade a combater a ignorância e evitando acreditar em notícias falsas. Sendo assim, o estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira poderá ser combatido.