O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 01/10/2021
Na série “Elite” a protagonista Marina vem de uma família rica e privilegiada, cujos parentes tentam esconder a todo custo o fato da filha ter sido infectada pelo vírus do “HIV”, e também por ter sido um dos alunos bolsistas que a contaminou. Nesse contexto, nota-se um tabu associada a “AIDS” e a assemelhação da doença, a grupos historicamente oprimidos.
Em primeiro lugar, constata-se que mesmo com os avanços da medicina, a um estigma associada ao vírus do “HIV”. Segundo o médico e filósofo grego, “Hipócrates”, é saudável aquele que consegue conciliar o bem-estar físico e mental. Entretanto, na atualidade vem sendo complicado para grupos diagnosticados com AIDS, pois um dos maiores desafios é o tabu ainda existente e assemelhado a inferioridade. Dessa forma, vale ressaltar também a ausência da educação sexual de parte da escola e da família, que poderia minimizar os casos e se caso venha a ter, saber lidar de forma contundente.
Ademais, observa-se que houve em seu surgimento, uma vasta assemelhação, de parte da retrógrada crença popular, de que os portadores do vírus HIV, seriam pessoas da comunidade “LGBT”. Segundo dados fornecidos pela “Agência Brasil”, cerca de 46,3% das pessoas portador da doença, de modo geral, sofrem com alguma espécie descriminação. Dessa forma, percebe-se a importância de políticas públicas que ressaltem a importância da educação sexual, visando modificar pensamentos infundados e dar suporte na prevenção.
Portanto, para minimizar o estigma associado ao vírus do HIV na sociedade brasileira, o Governo Federal em conjunto com a grande Mídia deve, tornar obrigatório a discussão sobre educação sexual nas escolas, e realizar campanhas nas redes sociais sobre a importância da prevenção e da aceitação, para haver um maior senso de respeito ao próximo. Desse forma, podemos contar com uma sociedade mais justa e respeitosa.