O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 01/10/2021

O vírus HIV, que é a causa de 40.000 infecções no ano de 2018 tem afetado não só de maneira física, o estigma relacionado a essa infecção sexualmente transmissível se dá também no meio social. Entretando, a educação e a tentativa de reestruturação do pensamento da sociedade com foco em jovens e crianças, são formas de lutar pelo fim desse preconceito. Quer seja no ambianto físico e coletivo, quer seja nas redes sociais; Ambos são ferramentas para intervenção. O uso dessas, são formas eficazes de combate, uma vez que a educação de filhos e filhas no Brasil pode mudar o pensamento dos seus familiares e das gerações futuras.

As escolas e meios de ensino tanto com crianças quanto com adolescentes, são locais comuns para troca de conhecimento e muitas vezes o surgimento desses preconceitos, já que muitas vezes, é um contexto onde o sexo relacionado a ele é descriminado. Por diversas vezes o que é tratado nestes, chegam ao meio familiar e por consequência, no macrosocial. Assim, o aumento da conscientização,  de maneira mais pedagógica, a respeito da real dimensão desta  infecção crônica manuseavel, e do avanço da ciência nessa luta, evitam esta descriminação. Uma vez que a introdução a esse assunto logo cedo, evita que os estudantes descriminem portadores desta doença e entendam que devem apoiá-los.

Outra maneira incisiva de ir contra esta estigmatização é falar nos sites mais atuais de comuniação. Redes sociais como Instagram e Tik Tok são extremamente frequentados pela camada mais jovem da sociedade, logo, é solenimente válido que órgãos de educação, saúde e profissionais na área se mobilizem nestes. Trazer a tona de maneira tão descontraida como as pessoas com esse vírus são tratadas de maneira negativa em suas famílias, na escola, trabalho, e outros ambientes, traria um impacto gigante nos frequentadores. Principalmente se haver o uso das próprias ferramentas destes e aplicativos.

Com foco na educação, a crianção de aulas frequentes a respeito deste assunto trazendo médicos e cientístas especialistas no assnto para instrução e outras que possuem o vírus, como soropositivos, que enfrentam esta batalha, para fazer palestras e estimular os estudantes a se compadecerem movimenta a educação. De outra maneira, a chamada destes proficionais e viventes do dia a dia proporcionado por essa IST à rede, ora fazendo esquetes a respeito do tema e lançado trends neste ambiente mudaria a perspectiva sobre o assunto. Chamando também os próprios influencers para cativar ainda mais os usuários deste aplicativo romperia este “pacto social” contra o assunto. Com isso pode-se concluir que com a entrada de jovens nesta intervensão transformaria positivamente esta luta.