O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 01/10/2021
O HIV é o vírus da imunodeficiência adquirida, que causa a aids e ataca o sistema imunológico, dando espaço para doenças oportunistas, como a pneumonia ou a tuberculose, que podem levar ao falecimento do indivíduo. Contudo, apesar de ser uma doença muito discutida ao longo dos anos, ainda no século 21, muitos ainda estigmatizam as pessoas que sofrem com a doença, fazendo com que percam seus trabalhos, sua família e, consequentemente, a vontade de lutar para melhorar de vida.
Em uma primeira análise, é válido ressaltar que muitos artistas sofreram com o preconceito em relação a enfermidade, pessoas como Freddie Mercury e Cazuza, tornaram se símbolos para aqueles que lutam todos os dias contra o estigma que é colocado sobre eles, pois até os fins de suas vidas, eles conviveram com situações abusivas, mas não desistiram de buscar meios para normalizar a doença, até mesmo, falando sobre ela em entrevistas.
Em segunda análise, é necessário salientar que comentários preconceituosos podem ser disseminados de uma forma rápida, ocasionando um afastamento entre as pessoas doentes e as consideradas saudáveis. Devido isso, muitos patrões não querem que essas pessoas trabalhem em suas companhias, pois podem levar uma “imagem ruim” as empresas, as famílias começam a se afastarem por medo de contaminação ou por acharem desconfortável estarem convivendo com a doença.
Com base no que foi redigido ao longo do texto, para que o problema com a estigmatização seja reduzido, o governo, através do Ministério da saúde, deve promover campanhas de conscientização em postos de saúde e em hospitais e clínicas, para que o HIV seja explicado e para que as pessoas entendam que não precisam ter medo de conviver com os pacientes, pois eles precisam de apoio.