O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 01/10/2021

Em 1982, teve o surto de AIDS nos Estados Unidos. Desde então, vem se aperfeiçoando os estudos e buscando uma cura, além de propagar as informações e métodos preventivos. Porém, na sociedade brasileira, percebe-se uma grande parcela de pessoas preconceituosas e descriminatórias contra os indivíduos doentes e a falta de políticas públicas que beneficiem esses cidadãos.

Em primeiro lugar, o gerente do programa “IST/AIDS”, Almir Santana, destaca a importância do fim de preconceitos e que as pessoas entendam como conviver com a doença e com os dévidos cuidados. Portanto, essa descriminação é um fator histórico que deve ser combatido com informações disponibilizadas pelo Ministério da Saúde.

Em segundo lugar, a falta de políticas públicas aumenta significadamente a estigmatização do preconceito envolvendo a pessoa soropositiva. Mas também, promove a exclusão dessas pessoas da sociedade, principalmente a comunidade LGBTQIA que quando vão procurar ajuda, são desprezadas e abandonadas.

Desse modo, o Ministério da Saúde deve promover campanhas contra a descriminalização das pessoas com AIDS e promover a integração de tais de volta a sociedade. Por meio, de mídias sociais e a propagação de informações e visando cumprir com a lei, que seria contra qualquer tipo de abuso independente do cidadão.