O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 02/10/2021
Na atualidade, é necessário afirmar que a epidemia da AIDS era para estar controlada mas encontra muitos desafios como a interrupção no tratamento pelos soropositivos devido ao estigma na sociedade. O preconceito com a doença é evidente pela exclusão dos doentes seja pela família ou pelos amigos, essa condenação acontece por falta de informação e empatia da sociedade. Sendo assim, se trata de um problema que pode ser revertido com algumas ações da OMS.
Primeiramente, é preciso compreender que a interrupção no tratamento dos soropositivos pode ser fatal. Visto que, a AIDS embora não tenha cura pode ser controlada por meio de coquetéis anti-AIDS, oferecendo assim uma expectativa de vida bastante maior do que os não medicados. Infelizmente, essa interrupção no tratamento ocorre devido ao preconceito das pessoas com os que tem a doença, sendo os maiores infectados participantes da população marginalizada da sociedade como os gays, bissexuais e trans.
Além de interromper o tratamento, os diagnosticados apresentam problemas psíquicos como depressão e ansiedade, assim como a perda de emprego, devido ao preconceito com a doença. Embora haja esse desemprego, ele contraria o artigo 7 da constituição de 1988 que “constitui direito fundamental dos trabalhadores à proteção da relação de emprego contra despedida arbitrária ou sem justa causa”, precisando haver uma indenização.
Portanto, trata-se de um problema que emerge uma solução. Essa solução pode ser encontrada através do sindicato dos trabalhadores, responsável pelo direito dos trabalhadores, punir os preconceituosos, com indenizações devido ao seguimento do artigo 7 da consituição. E também através da OMS (organização mundial de saúde), controladora dos surtos de doenças, elaborar campanhas nas escolas e na internet com o apoio da mídia sobre a conscientização da AIDS, como previnir e transmissão, para dessa forma haver menor discriminação e contaminados.