O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 04/10/2021

No filme ‘’Extraordinario", relata, a história de um menino que, por conta da sua deficiência, sofre exclusão de seus colegas, análogo a isso, atualmente, cidadãos diagnosticados com HIV sofrem do mesmo problema. Tal situação de exclusão além de corroborar os estigmas associados à doença, influencia na piora do tratamento do paciente. Diante disto, é necessário a mudança de tais cenários, a fim de proporcionar a inclusão social dos afetados e o rompimento dos estigmas atuais.

Em primeira análise, os estigmas associados ao HIV na sociedade desenvolvem-se a partir do senso comum, heranças de pensamento passados, que gradativamente tornaram-se preconceitos culturais, tais ideias, juntamente a falta de importância da maioria, estimulam o isolamento dos indivíduos que contém a patologia, além de desencorajar a busca por ajuda visto qualquer objetivo se torna mais difícil diante o preconceito. Portanto é imprescindível ações que retrocedem tal situação garantindo menores dificuldades aos pacientes diante a sociedade.

Outrossim, além da discriminação culturalmente enraizada sobre a doença, a falta de notoriedade dada ao assunto, atualmente, favorece a oportunidade de falsas afirmações sobre a doença. Segundo Isaac Newton, físico inglês, “construímos muros demais e pontes de menos”. Seguindo este pensamento, ao invés de acolher e auxiliar, a sociedade isola os afetados e abdica do conhecimento. Dessa forma, auxiliando na maior desigualdade e maiores casos de infecção visto a falta de conhecimento.

Destarte, a fim de mitigar a problemática, e garantir menores preconceitos relacionados à doença, é imperativo que os órgãos públicos, por meio da viabilização de debates e palestras, discutam formas de garantir o bem-estar social dos afetados, sendo necessário a ação do Ministério da Saúde e do Poder Legislativo, objetivar a criação de uma lei que equipare a discriminação dos provedores da doença, tornando o assunto visivel a fim de alertar os cidadãos, auxiliar e acolher os portadores, conquistando de modo gradual a maior inclusão e o rompimento dos seus estigmas.