O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 04/10/2021
É perceptível que na contemporaneidade há um enorme estigma ao que se diz respeito sobre o vírus HIV na nação tupiniquim. Um dos maiores problemas está relacionado em como o indivíduo lidaria com o preconceito e a discriminação vívida com o passar dos anos. Nessa perspectiva, percebe-se um grande problema, devido à falta de conscientização social e ausência desses assuntos tratados em escolas.
Nesse contexto, a grande falta de conscientização por parte dos canarinhos a respeito desse estigma presente nos cidadãos com HIV, é o maior motivo que afeta o bem-estar da vítima. Uma prova disso é que, de acordo com a Empresa Brasil de Comunicação(EBC), fica em torno de 2/3 dos indivíduos portadores de HIV que sofreram e sofrem algum tipo de discriminação. Com toda certeza são dados bem alarmantes, visto que mesmo eles não fazendo mal a ninguém e sempre seguindo medicamentos corretamente em sua maioria, os cidadãos brasileiros ainda continuam agindo desta maneira. Assim, fica claro que enquanto não houver uma conscientização em massa, problemas como esses ainda serão bem visíveis no cenário nacional.
Em segunda análise, não tendo uma abordagem a respeito dos estigmas nas escolas, resultam em problemas bem preocupantes, tanto em relação a má formação do indivíduo para a sociedade quanto favorecer a propagação dessas ideias por tratar de assuntos ‘‘pouco importantes’’. Ao que se refere a este, fica claro que, não possuindo uma abordagem a respeito desse assunto nas instituições públicas e privadas, o canarinho começará a ignorar e tratar esses assuntos como se fossem de pequena importância, e consequentemente poderia começar a ter um comportamento preconceituoso. Em relação àquele, fica claro que não havendo a adequação aos alunos, contribuiria para uma maior chance de discriminações presentes na sociedade, e é dever do cidadão ter sua segurança e lazer, de acordo com o sexto artigo da constituição federal de 1988. Portanto, é inadmissível que situações como essa continuem sendo comuns na sociedade brasileira.
Destarte, a negligência de abordar esses temas em escolas e à falta de conscientização social advém de péssimos resultados. Logo, para haver melhorias desse cenário para o cidadão tupiniquim, cabe ao Ministério da Educação e Cultura(MEC) que faça com que essa abordagem de temas relacionados a estigma seja obrigatório nas escolas, assim como campanhas publicitárias nas mídias, e propagandas televisivas em horários comerciais por meio de verbas gorvernamentais. Tal ação tem como fito uma compreensão em massa, e assim também, cabe ao Governo Federal como autoridade máxima, ajudar aqueles que ficarem em dúvidas a respeito disso.