O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 05/10/2021
Mahatma Gandhi pontua que as doenças são resultado não só dos atos, mas também dos pensamentos. Nessa linha, as pessoas que possuem o vírus do HIV sofrem mais pelo preconceito da socieade pela sua condição do que com a doença propriamente dita. isso ocorre devido a uma questão histírica de estigmatização, somada à condura das escolas.
Primeiramente, a discriminação contra os soropositivos trata-se de uma questão histórica. Isso pois, nos anos 1980, com movimentos que pregavam slogans como “sexo, drogas e rock in roll” o sexo desprotegido passou a ocorrer com mais frequência e os casos de HIV e da Síndrome da Imunodeficiência Adiquirida (AIDS) cresceram sobremaneira. Nesse contexto, um preconceito que era direcionado- de maneira conservadora- primeiramente a liberdade sexual se estendeu para as pessoas que adiquirem a doença. Nesse prisma, infelizmente, mesmo com a vanço da medicina e ,com ele, a contenção do vírus no corpo, a sociedade continua discriminando, pois o estigma ficou no imaginário popular.
Ademais, de acordo com o filósofo Immanuel Kant, “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”. Tendo isso em vista, se há, no corpo social brasileiro, uma estigmatização em relação ao HIV, é porque a inclusão e acolhimento não são sufucientemente ensinados nas escolas. Isso ocorre devido ao modelo “bancário” de ensino- conceito de Paulo Freire- o qual realiza apenas o “depósito” de conteúdos, sem se preocupar com a formação do futuro cidadão. Como consequência, crianças que não são educads para acolher o diferente tronanm-se adultos que discriminam alguém por uma condição de saúde.
Portanto, o estigma contra o HIV está relacionado a amarras aos antigos preconceitos e à negligência das escolas. Assim, cabe ao Ministério da Saúde agir promovendo campanhas- nas escolas e nas redes sociais- que conscientizem a população acerca do avanço da medicina, que permite aos soropositivos uma vida como qualquer, outra e da importância da inclusão. Isso, para atenuar a discriminação e, assim, o impacto do HIV.