O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 06/10/2021
Na série “Como defender uma assacino”, um dos personagens da trama contrai o vírus HIV e, a partir disso, encontra difículdade para encontra um novo parceiro. Assim como na ficção, o estigma associado ao vírus persiste na sociedade brasileira. Desde sua descoberta, essa doença foi relacionada a preconceito e descriminação, ainda nos dias atuais, pessoas portadoras do HIV ainda sobre com a ignorância de grande parte da população. Nesse sentido, obeserva-se um delicado problema causado por uma educação deficitária e pelo silenciamento midiático.
Em primeiro plano, evidencia-se a influência da formação educacional deficitária. Segundo o filósofo Pitágoras, o qual diz que se deve educar as crianças para que não seja preciso punir o homem, de mesma forma deve-se ensinar nas escolas, não apenas as maneiras de evitar contrair o vírus, mas também como incluir e respeitar os portadores de HIV na sociedade. Para que assim, se crie cidadãos que não serão “punidos” pela falta de conhecimento.
Álem disso, outro ponto relevante é o silenciamento midiático. Consoante ao soliólogo PIerre Bordieu, “aquilo que foi feito como instrumento democracia não deve ser convertido em mecanismo de opressão simbólica”. Assim sendo, a mídia, como instrumento democrático, não cumpre seu papel, uma vez que não disculte o tema e o torna público, dificutando a compreensão da sociedade, que por sua vez continua com as mesmas ideias preconceituosas
Portanto, é necessário que o governo, em parceria com o Ministéris da Saúde, elabore projetos educacionais, voltados as escolas, que ensinem aos jovens como acolher e incluir um portador de HIV na sociedade, por meio de palestras e debates, álem de promover uma ampla discussão em meios midiáticos, que inclua propagandas televisivas e debates com especialistas. Sendo assim, o intuito de tais medidas é a erradicação dos estigmas relacionas ao HIV no Brasil. Logo, tais medidas tem o poder de transforma a vida de muitos brasileiros portaderes do vírus.