O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 08/10/2021
Segundo o filósofo Aristóteles, “todos os homens têm, por natureza, desejo de conhecer”. Logo, é válido analisar que Aristóteles faz alusão à tendência natural do ser humano de buscar descobrir algo novo e do desejo de obter novas experiências. Entretanto, nota-se que a fase na qual o ser humano busca por experiências novas é a adolescência. Normalmente essas novas experiências estão ligadas a ter relações sexuais desprotegida, quando o indivíduo segue um padrão de adolescentes “populares”, porém pessoas com o vírus HIV sofrem com preconceitos e com isso acabam resultando na irresponsabilidade dos mesmos por querer seguir o padrão de adolescentes “populares”.
Em princípio, sabe- se que pessoas com HIV tendem a ter relações sexuais sem preservativo, sem responsabilidade com o seu parceiro, pois sabem que sem o uso do preservativo irá passar a doença. Isso acontece porque esses indivíduos querem seguir um padrão de adolescentes “populares” que normalmente acham que ter relações sexuais sem preservativo é algo normal e seguro.
Outrossim, é válido mencionar que com a globalização o número de casos de pessoas com HIV vem diminuindo gradativamente. Contudo, ainda existe pessoas que sentem vergonha de falar que são soropositivas por terem medo do preconceito, visto que os mesmos sofrem com preconceitos da própria família, tornando isso algo preocupante e um dos motivos para isso acontecer é que esse assunto ainda é pouco discutido na sociedade brasileira.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Logo, o Ministério da saúde em parceria com as escolas, façam palestras e campanhas, por meio de noticiários, mostrando a importância de ter relações sexuais com preservativos e a escola- responsável pela educação, mostrem aos alunos que ser soropositiva não é motivo de ter preconceito com as pessoas que tem, desse modo, espera-se que o preconceito e as pessoas com HIV possam ter novas experiências com segurança.