O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 17/10/2021
Ao longo da história da humanidade, diversa doenças acometeram as pessoas, como também culparem o doente pela maleza. Por exemplo, a hanseniase na Idade Média era dito como castigo divino aos pecadores, ou a turbeculose era relacionada a uma vida boémia, descartando a possiblidade de que bactérias atacarão qualquer pessoa indepedente da moralidade vigente. Igualmente julgadas são as pessoas portadora do vírus HIV, relacionando o patogênico a preconceitos quanto a orientação sexual ou a uma vida promíscua. Por cosequência, os indivíduos soro positivo acabam por esconder a infecção por vergonha, levando os a desenvolverem quadros de ansiedade e depressão, além de dificulta a aceitação das terapias vigentes por não procurarem ajuda adequada.
Primeiramente, o HIV é uma doença recente, logo muitos mitos a cercam, como relaciona-la a homosexualidade, descartando que heterosexuais podem ser infectados de forma igual, ou a posturas ditas imorais, levando a sociedade a defenderem a doença como um carma as pessoas boémias. Por exemplo, o filme “Filadéldia” mostra os preconceitos relacionados a um portador desse vírus e suas consequências, como perder o emprego e ser desprezado pela sociedade. Por conseguinte, os preconceitos forçam as pessoas com tal comorbidade a se isolarem, cosequentemente não conseguem dar continuidade a vida pós o resultado positivo do exame. Logo, o preconceito tende a dificultar a vida dos homens e mulheres soros positovs mais do que o próprio agente infeccioso.
Além disso, o desconhecimento sobre o HIV faz com que muitas pessoas o considerrem um atestado de morte, no qual portador posuirá a SIDA, sindrome da imunodeficência adiquirida, ou incompreendem as formas de contágio, acreditando que um apertar de mão pode transmitir o vírus, levando muitos portadores a um ostracismo. Por exemplo, a obra cinematográfica “Juntos Pela Vida” mostra o isolamento que as pessoas com essa IST, infecção sexualmente transmissível, sofrem, e a luta para acabar com estigmas relacionados ao HIV, como menttirras relacionadas a forma de contágio ou de que as pessoas portadoras não possam ter uma vida normal.
Dessa forma, para reduzir o estigma relacionado ao HIV é preciso uma postura do Ministério da Saúde, por meio de propagandas em diversos veículos de comunicação e preparo dos profissionais da saúde, afim de esclarecer para sociedade sobre a forma de contágio, o tratamento e sua importância, além de desvincular a imagem da IST como um castigo. Para que esses objetivos possam ser atingidos é necessário post em redes sociais que esclareçam o que é o HIV e como se proteger dele, além de preparar médicos, psicólogos e enfermeiros a ajudarem os portadores do vírus e seus familiares a lidarem com a nova condição.