O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 18/10/2021
De acordo com o artigo quinto da Constituição Federal de 1988, um dos fundamentos da república federativa brasileira é a dignidade humana. No entanto, esse princípio não está sendo cumprido em sua totalidade, haja vista que existe um estigma associado ao HIV. Nesse sentido, dois aspectos fazem-se relevantes: a falha educacional, bem como o preconceito. Por isso, medidas são essenciais, com vistas a mitigar essa problemática.
Primeiramente, conforme o filósofo Jean Jacques Rousseau, na ineficácia do Estado, este ( dotado de poderes pelo povo ) deve resolver todas as questoões públicas, como a falha educacional. Partindo desse pressuposto, a precarização de informações sobre o vírus, por exemplo que o tratamento pode tornar o vírus indetectável, como consequência dessa falha pode acarretar na queda de qualidade de vida do individuo e progressão da doença para AIDS . Desse modo, medidas são fundamentais para reveter esse cenário.
Em segundo plano, cosoante o filósofo Imannuel kant, na menoridade da razão, o individuo passa a pensar de forma acrítica pensamentos do senso comum, como a prática de preconceito por soropositivos. Nesse viés, comentaários discriminatórios ou a exclusão de quem possui a patologia, pode desenvolver outras doençãos, como a depressão e o isolamento, assim a população passa a ter receio de realizar a testagem e detectar precocemente o vírus HIV. Dessa maneira, é imprescindível ações para reduzir esse problema.
Portanto, o Estado - como instância máxima da administração nacional- deve promover um ensino sobre a doença, divulgando que o individuo pode se tornar indetectavél em 6 meses de medicamento, por intermédio de palestras e campanhas em instituiçoes educacionais, com a finalidade de tornar mais eficaz as informações e reduzir o preconceito acerca do positivado, evitando a disseminação da doença e garantindo bem estar e o tratamento de precoce.