O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 19/10/2021

Já tem o vírus e ainda mais uma preocupação

Antes de tudo é importante ressaltar que o estigma sobre o HIV ou sobre a Aids, que é uma doença interligada a primeira, vem desde os seus primeiros casos. Primordialmente era conhecida como doença de “homossexuais”, muito devido a falta de conhecimento necessária. Porém, observando atualmente, o estigma continua em grande quantidade, provocando diversos efeitos negativos nos enfermos.

Analisando a diferença entre o HIV e a Aids, é que, a primeira você possui o vírus e o desenvolvimento deste pode acabar ocasionando a segunda, complicando o seu sistema imunológico. Partindo deste pressuposto, muitos acabam não buscando de forma correta, o que acaba acontecendo até em sua própria família, e isolam os soros positivos de datas comemorativas, reuniões em família, têm aquele chamado medo de estarem por perto.

Em detrimento dessa questão, para muitos, é mais complicado lidarem com esta situação negativa do que com a doença. E isto pode gerar graves consequências, como o surgimento de transtornos mentais, como a depressão, a ansiedade, levando pessoas a desistirem do tratamento adequado, afetando seu sistema imunológico e sua vida como um todo. Analisando também os dados estatísticos da Agência Brasil, a percepção de que tais comportamentos de repulsão a doentes é notória no Brasil.

Diante dessa problemática, consta-se que é necessária uma medida de intervenção sobre tal assunto. Isto pode vir de forma gradual, em que leva algum tempo. A ideia parte de que o Ministério da Educação promova palestras nas escolas para que mostrem as crianças e adolescentes como de forma é transmitida a doença, e também como é errôneo julgar as pessoas que têm o vírus. Com isso, os números de aversão podem abaixar em um futuro próximo, e que os soros positivos possam viver uma vida mais normal, promovendo mais justiça com a sociedade brasileira e seus cidadãos.