O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 23/10/2021

O filosófo socrátes, em seu método de indagação, maêutica, ele levava o interlocutor a admitir sua ingnorância e assim abrir sua mente para o saber. Admitir a ingnorância é muito além de dizer que não sabe sobre o assunto, é também, abrir mão do preconceito já estabilecido na sociedade. Há muito preconceito associado a pessoas soropositivas, nesse contexto, cabe potuar que a falta de saber sobre o assunto e a falta de empatia são embates na problemática.

Primeiramente, vale ressaltar que HIV não tem cura, mas tem tratamentos para o seu controle, além disso existe formas de prevenção. Segundo o filósofo Kant “O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele” o não ser educado sobre o assunto e o não saber, faz com que a sociedade continue com pensamentos arcaicos, levando em conta preconceitos já estabelecidos no passado. Desse modo, sem saber que há prevenção e formas de cuidados, os cidadões continuam se afastanto de pessoas soropositivas, por medo de se tornar uma, porém, o ensinar sobre o assunto pode reverter grande parte desse estigma.

Ademais, a falta de empatia nos dias de hoje vem afetando no quesito preconceito, visto que isso aumenta cada vez mais nas ações maldosas presentes na sociedade. Na série americana da netflix “Alexa e Katie” é demostrado grande empatia na ação da Katie de raspar seu cabelo para apoiar a amiga que luta contra o câncer, fora da ficção existe uma parcela grande que é diferente de Katie e prefere excluir pessoas necessitadas ao invés de apoia-las, porque preferem cuidar da própria vida do que se importar com outros. Dessa forma, com a falta de amor ao próximo, as pessoas com HIV são deixadas de lado e muitas vezes excluídas de atividades.

Portanto, é necessário que medidas sejam tomadas para reverter a situação citada.  A mídia sociais, estão cada vez mais em alta e a troca de informações nelas também, é importante a participação das redes, para divulgar informações sobre o tema e até falar mais sobre o assunto. Também é necessária a ação da secretária da saúde, divulgado o dezembro vermelho e utilizando esses período para fazer palestras abertas a todos sobre o tema e demostrar como ele é e que sim tem prevenção, além de tratamento para o seu controle. Junto a isso, o governo é de suma importância em realizar junto da secretária da educação, projetos e palestras em escolas para ensinar sobre o assunto, visto que os jovens de hoje são o futuro do amanhã.