O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 24/10/2021
A sociedade brasileira continua tratando o vírus HIV de forma estigmatizada desde que o mesmo chegou ao Brasil na década de 80. No século XXI, com novos tratamentos e estudos científicos, a qualidade de vida das pessoas soropositivas teve um grande aumento. Porém, para que os estigmas relacionados ao vírus do HIV e a doença AIDS sejam extintos, a educação das novas gerações deve ser usada como meio para isto.
Segundo o pensador brasileiro Paulo Freire, a educação deve ser libertadora para que as pessoas consigam pensar por si próprias. Deste modo, com auxílio de uma educação emancipadora, as novas gerações podem abandonar os velhos estigmas relacionados ao HIV, ajudar no tratamento e proteção das pessoas soropositivas e contribuir ensinando as populações mais velhas.
Entretanto, a educação também deve proteger e conscientizar os estudantes para que eles considerem todos os cuidados necessários para manter sua saúde sexual e a de seus parceiros, para que assim seja evitados finais infelizes, como do personagem Justin de “13 Reasons Why”, que morreu de AIDS por falta de informação e tratamento precoce. Assim, deixando evidente a necessidade da participação da escola como forma de “sistema preventivo” para o combate do vírus HIV.
Em suma, o Governo Federal, responsável pela administração do território nacional, deve agir, com auxílio do Ministério da Saúde e Ministério da Educação por meio de todas as instituições de ensino básico e superior, criando campanhas de conscientização para o combate do vírus HIV. Por fim, com essas ações é esperado que o estigma seja gradualmente combatido, tornando a sociedade mais benéfica e segura para todos.