O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 26/10/2021
Desmistificando o vírus da imunodeficiência humana.
O vírus da HIV foi muito recorrente na década de 80 e 90 na qual infelizmente matou muita gente. A doença não apresente cura, entretanto hoje em dia existem diversos tratamentos para quem é soropositivo. Contudo, é necessário entender as formas de contágio e as consequências podem ter na vida dessas pessoas.
A infecção do vírus no corpo humano se da pela relação sexual sem preservativo, ou pelo compartilhamento de objetos perfuro cortantes contaminados, como agulhas e alicates da mãe soropositovo, sem tratamento, para o bebê na hora do parto, na amamentação, ou durante a gestação. Ao se infectar o sistema imunológico é atacado e após algumas semanas sintomas como febre, coriza e mal estar podem aparecer.
Com o avanço da ciência, hoje em dia existem tratamentos para o combate como, acompanhamento periódico com profissionais de saúde, realização de exames e em alguns casos medicações que quando tomadas periodicamente, ou seja, sem pausas, controla a multiplicação do vírus no corpo, recupera as defesas do organismo e melhora a qualidade de vida.
Entretanto o estigma e o preconceito associedado a essa doença ainda é muito grande, segundo a agenciabrasil.ebc.com 41% das pessoas já sofreram com comentários maldosos e preconceitosos vindos por parte da família, 19% perdeu o emprego ou foi rejeitado de uma oferta de emprego por ser soropositivo para o HIB e 17% já foi excluído de atividades sociais também por ser soropositivo.
Portanto, a Secretária da Saúde deve ampliar as campanhas de teste contra o HIV por meio de propagandas, anúncios e post on-line com o objetivo de incentivar o uso de preservativos femininos ou masculinos nas relações sexuais. Desse modo, a população estara informada a cerca da doença e provavelmente o risco de contágio passará a ser menor.