O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 26/10/2021
Discriminações relacionadas ao HIV normalmente baseiam-se em atitudes e crenças estigmatizantes em relação à comportamento, grupos, sexo, doenças e morte. A discriminação pode ser institucionalizada através de leis, políticas e práticas que focam negativamente em pessoas que vivem com o HIV e grupos marginalizados. Pesquisas têm mostrado que o estigma e a discriminação prejudicam os esforços no enfrentamento a epidemia do HIV, ao fazer com que as pessoas tenham medo de procurar por informações, serviços e métodos que reduzam o risco de infecção e de adotar comportamentos mais seguros com receio de que sejam levantadas suspeitas em relação ao seu estado sorológico.
Atualmente, cerca de 920 mil pessoas vivem com HIV no Brasil. Dessas, 89% foram diagnosticadas, 77% fazem tratamento com antirretroviral e 94% das pessoas em tratamento não transmitem o HIV por via sexual terem atingido carga viral indetectável. No Brasil, em 2019, foram diagnosticados 41.919 novos casos de HIV e 37.308 casos de Aids. O Ministério da Saúde estima que cerca de 10 mil casos de Aids foram evitados no país, no período de 2015 a 2019. A maior concentração de casos de Aids está entre os jovens, de 25 a 39 anos, de ambos os sexos, com 492 , 8 mil registros. O filme Filadélfia (1993), retrata Tom Hanks como um advogado demitido após ser diagnosticado com HIV. Ele recorre justamente a um colega homofóbico, vivido por Denzel Washington, que decide comprar a sua briga em um processo contra um importante escritório.
Dante dos aspectos apresentados podemos concluir que é preciso que o governo da saude tome medidas como auxiliar e deixar a fomulao sempre informada sobre essa doença, e com tudo normaliza o contagio do mesmo em meio a nossa sociedade. Com o intuito de amenizar e diminuir os casos e conseguentemente acabar com o estigma e o preconceito dimante dessa situação.