O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 26/10/2021
O HIV (traduzido do inglês para Vírus da imunodeficiência humana) é o vírus causador da Aids, que é uma doença sexualmente transmissível e palco de muito preconceito e discussão atualmente. Tal preconceito acaba afetando tanto a quem não possui o vírus quanto a quem já está afetado, pelo motivo de que esses estigmas fazem com que quem não está infectado ter medo de realizar exames, e quem já está infectado de poder viver uma vida normal.
Sob esse viés, mostra-se ineficaz os estigmas associados ao HIV por afetar tanto quem está quanto quem não está infectado. O programa das nações unidas UNAIDS aponta que tal discriminação afeta os esforços para combater a pandemia do vírus causador da Aids, por fazer os indivíduos terem medo de procurarem métodos eficazes de ter informações e se previnir de contrair a doença. Nesse sentido, vemos que com o aumento da falta de informações esse preconceito tende a só aumentar.
Consequentemente, com a falta da busca de informações, quem já está infectado é quem mais sai prejudicado. Segundo entrevista do programa UNAIDS, 64,1% das pessoas que têm HIV/aids sofreram alguma forma de discriminação. Tal fato prova que a grande maioria das pessoas portadoras do vírus tem sem dia-a-dia afetado, desde relações próximas, como por exemplo parentes, a até relações no trabalho.
Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para diminuir os impactos do estigma ao vírus HIV na sociedade brasileira. O Ministério da Educação, em parceria com os governos dos estados, deve promover a incentivação da educação sexual nas escolas por meio de aulas especiais com professores especializados no assunto, a fim de que, desde cedo, os jovens possam ter um intelecto para julgarem sua ações e se conscientizarem quando forem mais velhos. Somente assim os portadores do vírus poderão ter uma vida livre, sem precisarem sofrer discriminações por motivo algum.