O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 26/10/2021

Não é raro ouvirmos dizer que o preconceito é um grande fator na sociedade brasileira atualmente, incluindo também esse estigma no assunto do HIV e seus portadores.

A doença HIV afeta muitas pessoas, desde os cantores até as pessoas que não têm uma vida tão popular; podemos ver o exemplo do cantor Freddie Mercury que faleceu por contrair uma doença da AIDS em 1991.

O preconceito em cima desse assunto é relativamente grande ao ver de muitas pessoas, como por exemplo, em uma entrevista de emprego ao mesmo em hospitais é perguntado sobre sua saúde.

Quem depois de contrair uma doença, é julgado demais pela sociedade, seja para arrumar emprego, sair nas ruas ou comprar remédios, os famosos “coquetéis”.

O vírus HIV pode ser transmitido de várias formas, com isso, muitas pessoas não sabem que tem uma doença ou descobri muito tarde para tratar.

O auge da AIDS foi nos anos 70 a 90, no qual muitas pessoas foram contaminadas por uso de seringas compartilhadas e relações sexuais sem proteção.

Podemos combater esse preconceito no Brasil com consciência para que não haja mais tabu acima desse assunto, a fim de que todos tenham igualdade em nosso País.

Por fim, o HIV é uma doença séria que afeta muitas pessoas até hoje, mas podemos perceber que além de serem prejudicados pela doença, são prejudicados também pelo estigma que a sociedade impõe.