O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 27/10/2021

No final século XVIII um dos ensinamentos do iluminismo era de que uma sociedade só se manteria em harmonia se todas as pessoas lutassem por um objetivo, ou seja, se mobilizassem sobre um assunto. No Brasil, isso não acontece quando falamos dos estigmas associados ao vírus HIV, pois percebe-se muita falta de conversa e ressiliencia para com esse assunto.

Em primeiro plano, é direito de todo cidadação o bem estar em comunidade previsto na constituição federal de 1988 onde diz que é direito do Estado o bem estar social. Mas não é isso que acontece no Brasil, pois cada vez mais pessoas são discriminalizadas por pertecenter a essa parte da população que tem consigo o vírus HIV. Com isso, as consequências mais frequentes são o assédio moral, a exclusão social, a agressão física e a perda do emprego.

Ademais, a falta de abordagem dess discussão no Brasil gera mais pessoas com HIV diagnosticado. Muita vezes percebe-se que a discussão sobre os vírus que são sexualmente transmissíveis não são pautados de forma correta e por muita vezes não são nem pautadas. De acordo com o Ministerio da Saude cerca de 135 mil brasileiros tem o HIV mas não sabem, pois o vírus reage de formas diferentes nos individuos, e alguns acabam não sentindo nenhum sintomas. Com isso, percebe-se que é necessário uma melhor abordagem da questão da prevensão e sintomas do HIV.

Diante do exposto, é necessário combater esse impasse. Cabe ao Ministério da Economia em parceria com as mídas socias, visto que é o meio que mais atinge pessoas no século XXI, criar postagens e grupos nas redes socias com formas de prevensão e chats para que pessoas possam conversar sobre a abordagem do vírus no corpo e como dizer mais abertamente sobre o HIV. Isso será feito por meio de investimentos no estudo para melhor abordagem do tema nas redes sociais, com isso espera-se que diminua os estigmas gerado pelo vírus HIV no Brasil, e os ensinamentos do iluminismo possam ser seguidos.