O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 27/10/2021
Na obra “A República”, o filósofo grego Platão idealiza uma cidade livre de desordens e problemas, em que o povo trabalha em conjunto para superar todos os objetivos. Fora da ilustre produção literária, com ênfase na sociedade brasileira hodierna, percebe-se o oposto dos ideais de Platão, visto que hodiernamente evidencia-se um número crescente de discriminaçãopara com as pessoas portadoras de HIV no Brasil, essa ascenção de casos cada vez , é sobre tudo devido à negligência do estado como a falta de conhecimento a cerca do assunto.
Em primeira análise, é imperioso ressaltar a ausência de medidas, haja que carecem ao exercer seu poder na garantia dos direitos constitucionais. Isso ocorre devido à falha na aplicação de medidas para melhorar o bem-estar social de pessoas portadoras desse vírus, já que muitos comentários negativos no ambiente social, outros foram recriminados pela própria família e outra parcela chegou até a perder empregos por serem soropositivos.
Outrossim, é crucial explorar a falta de conhecimento a cerca do assunto. Visto que, não sabe sobre a doença e qual a sua forma de contágio. Por isso as pessoas portadoras se isolam, não buscam seus direitos, nao vai atrás de empregos por serem portadores do HIV. O estigma associado à vírus faz com que os pacientes tenham medo de não serem aceitas na sociedade e serem julgados que isso gera um não acesso aos serviços de saúde.
Portanto, é essencial a atuação estatal e social para que tais sejam superados. Assim, o Tribunal de contas da União, deve direcionar capital que, por meio do Ministério da Saúde juntamente com os meios midiáticos e com o Ministério da educação, será revertido em debates educativos, tanto nas escolas como nas redes sociais, um fim de esclarecer sobre essa doença é suas formas de contágio e prevenção. Dessa forma, tirando como pedras do meio do caminho, será construída um Brasil mais próximo das convicções platônicas.