O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 10/11/2021

Cazuza, cantor brasileiro teve seu nome atrelado à aids nos anos 1980, doença na época considerada uma setença de morte. Não obstante o lapso temporal, ainda que houve avanços no tratamento ao ponto da carga viral torna-se indectavél, percebe-se a persistência de estigmas assosciados a imunodeficiência humana. Essa realidade se deve, essencialmete a ausência de informações e a uma perspectiva equivocada de seleção de soropositivos.

Em primeiro lugar, é importante destacar a manutenção de mitos devido a desinformação acerca da patologia. A saber, na obra Totem e Tabu do autor Sigmund Freud, define tabu assusntos que a sociedade tem dificuldade de debater. Essa máxima matealiza-se na objeção das pessoas em discutirem abertamente temas relevantes, dentre eles sexo e assim também, doenças sexualemte transmissíveis, mais especificamente HIV/Aids. Com isso, estigmas relacionados com essa doença são perpetuados, tendo como resultante preconceitos e a não adesão ao tratamento. Assim, é preciso contornar esse obstáculo para controlar essa epidemia.

Além disso, faz- se pertinente ressaltar a crença que o HIV afeta somente parcela da comunidade. Nesse cenário, cabe mencionar o filme Clube de Compras Dallas, em que o protagonista heterossexual Ron Woodrook ao ser diagnosticado soropositivo não aceitava, visto que, acreditava que a patologia afetava somente o público homoafetivo. Sob essa óptica, por causa de uma discriminação já estabelecida com grupos marginalizados direciona-se a culpa da doença a eles. Por conseguinte, isso pode gerar ainda mais sofriemento psíquicos diante tal falta de acolhimento.

Urge, portanto, que estigmas associados a HIV sejam veementes combatidas no Brasil.  Para isso o Estado, na figura do Ministério da Saúde, deve criar um projeto que desmitifique e traga visibilidade a imunodeficiência humana, de modo que esclareça sobre os sintomas, prevenção e tratamento, por meio de campanhas nos canais do próprio governo e mídias, como Youtube e Instragam.  Isso afim de combater o tabu e preconceito na sociedade para garantir a dignidade e acolhimento que são fundamentias.