O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 12/11/2021
O presidente da república federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, em outubro de 2021 gerou polêmica ao insinuar que a vacina imunizante do vírus covid-19 causaria AIDS a quem a tomasse, fato que trouxe a tona debates necessários a respeito dos portadores de doenças como HIV, pois com todo avanço já realizado na área da saúde nos dias atuais, tratar tal assunto como tabu é um ato de retrocesso.
Visto que não é de hoje que se existe esse grande tabu acerca dos soropositivos no Brasil, sendo muitas vezes por falta de informação, associado a pessoas LGBT+ (sigla para lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e entre outros). O preconceito sofrido por quem porta gera desemprego e em muitos casos o afastamento de familiares, de tal forma que pode resultar em problemas como depressão e ansiedade em quem obteve o diagnóstico da doença.
Entretanto, o que já não se é tão falado assim, é que um soropositivo vive sim sua vida como qualquer outra pessoa, o uso do Prep (profilaxia Pré-exposiçao) é o responsável por isso, pois logo torna possível e ainda mais seguro manter relações com seus parceiros, tendo não só essa mas várias formas de prevenção tal como o uso de preservativos. De modo que mostra uma realidade diferente daquela atribuída.
Faz-se necessário, então, a criação de projetos socias organizados pelo governo para com as comunidades Brasileira para que haja obtenção de uma maior distribuição de informações a respeito do HIV através de paletras e informes que por conseguinte, possibilitaria a procurada aceitação e entendimento sobre tal causa.