O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 17/11/2021
Uma sociedade ideal seria a qual o sujeito social é padronizado porque não há conflito. Porém, na realidade contemporânea, observa-se o oposto, pois o estigma brasileiro relacionado ao HIV apresenta obstáculos que dificultam a implementação desse ideal. Nesse caso, há um grave problema de configuração, o motivo é: falta de empatia e abandono escolar.
Nesse sentido, cabe destacar que a falta de empatia na sociedade brasileira tem levado à persistência do preconceito relacionado ao HIV. Porém, considerando a existência e personalidade da outra parte, o princípio de agir segundo a obrigação moralmente correta, tendo em conta a existência do outro, não se concretizou na realidade brasileira, pois muitas pessoas com esta doença ainda são marginalizadas pelas pessoas e até mesmo por seus familiares. Como consequência, infelizmente, essa parte da sociedade acabará por sofrer problemas psicológicos por ser excluída das reuniões familiares e das relações interpessoais. Portanto, deve-se observar que esse desrespeito precisa ser desencorajado.
Além disso, outra causa desse defeito social é a negligência das instituições de ensino formal. Isso ocorre porque as escolas às vezes se concentram mais no desempenho acadêmico dos alunos em vez de promover programas que lhes permitam aprender sobre os tratamentos para o HIV e expor o estigma associado a eles - por exemplo, realizando palestras sobre pessoas que sofrem deste povo com doenças e profissionais de saúde. Esse tipo de ineficiência escolar leva ao treinamento insuficiente dos alunos e, em última instância, trata o assunto como um assunto trivial. Sendo assim, é necessário reformular com urgência essa postura.
Portanto, o Ministério da Educação deve lançar uma campanha educativa de conscientização sobre o HIV, por meio de debates e aulas com professores de biologia e médicos especializados no assunto, que ministrarão em escolas e universidades para aprimorar o conhecimento dos cidadãos brasileiros sobre a importância de apoiar as pessoas com este vírus. Somente assim o coletivo pode-se tornar um ideal.