O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 26/11/2021

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, defende a manutenção do respeito entre os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário, quanto a questão do estigma associado ao vírus HIV. Nesse contexto, percebe-se a configuração de um grave problema de contornos específicos, em virtude de falta de informação e silenciamento.

Em primeiro plano é preciso atentar para a ausência de conhecimento presente na questão. Nesse sentido, o filósofo Shopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica putra causa do problema: se as pessoas não possuem acesso à informação séria sobre o preconceito em relação às pessoas soropositivo, sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.

Outroassim, o silenciamento ainda é um grande impasse para a resolução da problemática. O filósofo foucault defende que, na sociedade pós-moderna, alguns temas são silenciados para que as estruturas de poder sejam mantidas. Nesse sentido, percebe-se uma lacuna no que se refere ao debate em torno do HIV e o preconceito associado ao mesmo, que tem sido silenciado. Assim sem diálogo sério e massivo sobre esse problema, sua resolução é impedida.

Portanto, para que o problema deixe de fazer parte da realidade brasileira, medidas precisam ser tomadas. Como solução é preciso que as escolas em parceira com o ministério da educação, promovam um espaço para rodas de cpnversas e debates sobre infeccções sexualmente transmissíveis no ambiente escolar. Tais eventos podem ocorrer no período extraclasse, contandi contando com a presença de especialistas no assunto. Além disso, tais eventos não devem se limitar apenas aos alunos, mas ser abertos à comunidade, afim de mais pessoas compreendam a problemático do preconceito ligado ao virus HIV e se tornem cidadãos mais atuantes na busca de resoluções.