O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 15/02/2022

A filósofa alemã Hannah Arendt, em “Banalidade do mal”, refletiu sobre o resultado do processo de massificação social, tornando-se alienados e aceitando as situações sem questionar. O pensamento da filósofa está relacionado ao contexto de alienação da sociedade brasileira sobre, o estigma associado ao vírus HIV no Brasil, desconsiderando á importância da inexistência de determinadas leis e a necessidade de projetos sociais.

Nessa perspectiva, a necessidade de projetos sociais que visem a inclusão de pessoas soropositivos na população, contribui para a precariedade desse setor e para a continuidade do contratempo envolvendo essa temática. Nesse cenário, o sociólogo Sérgio Buarque de Holanda, em sua obra “O Homem Cordial”, expõe o egoísmo presente na sociedade brasileira- que tende a priorizar ideais particulares em detrimento do bem-estar coletivo, oberva-se que esse preconceito influência muitos a desistirem do tratamento, onde é frequentemente associada à incapacidade ou fraqueza por distraem do ideal inalcançável de perfeição cultivado no ideário nacional.

Em consequência , o estigma na sociedade pode ser visto por todos com um atraso social , pois com os avanços medicinais e as prevenções necessária as pessoas já deveria vivendo em armônia , é não com este desrespeito que está parte cidadã sofre. Sendo assim, o ministério da saúde tem o dever de retirar as dúvidas presentes e transparecer a realidade vivida por pessoas possuidoras do HIV.

Portanto , é importante também , a iniciativa dos familiares em procurar conhecimento e poder ajudar apoiar algum parente que foi diagnosticado . Em suma , os estados brasileiros em parceria com hospitais devem priorizar as campanhas diariamente , na qual chame a atenção das pessoas e leve sabedoria a elas . Desta maneira , deveriam usar para dar mais engajamento as redes sociais e também canais de TV , mostrando as pessoas que convivem com o vírus do HIV que elas jamais estarão desamparadas .