O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira
Enviada em 15/02/2022
Na série “Elite” da Netflix retrata a história de Marina, uma jovem da alta sociedade portadora do vírus HIV, na qual seus pais ignoram o assunto e a culpam pela doença. Análoga à série, no país brasieiro situações como essa são recorrentes no âmbito social. Frente a isto, o estigma associado ao vírus HIV está diretamente ligado a marginalização da doença, gerando graves consequências aos portadores.
Primeiramente, HIV é um vírus sexualmente transmicível, sem cura, porém com tratamento. Ou seja, ele é intransmicível quando há adesão ao procedimento. No entanto, a doença é vista como algo marginalizado, pois a maior parte dos portadores - de acordo com a OMS - são usuários de drogas, LGBTQI+ e trabalhadores(a) do sexo. Logo, sofrem descriminalização e preconceito da sociedade sendo culpabilizados.
Consequentemente, há mais de 40000 infecções por ano no Brasil - número assustador - pois com os tratamentos atuais o vírus já deveria ter sido erradicado. Infelizmente, o preconceito e a culpabilização faz com que muitas pessoas desistam do tratamento, o que leva a morte de muitos. Esses dados evidência a falta de empatia da sociedade com o outro, porque muitos teriam a vida poupada se houvesse bondande e acolhimento ao ouvir a história dos portadores.
Deste modo, é perceptível a necessidade de medidas estratégicas que acabem com o preconceito e suas consequências relacionadas ao vírus. Portanto, o Ministério da Saúde deve promover um treinamento especializado em como tratar os portadores, para que os façam se sentir acolhido. Para mais, devem proporcionar técnicas de fortalecimento mental relacionado ao estigma, evitando a não adesão do tratamento. Com o objetivo de evitar a morte e o espalhamento da ifecção. Além, O Ministério da Educação deve promover o projeto “Quebrando Tabu” sobre a HIV em todos os niveis de escolarização, com profissionais especializados. Com o objetivo de acabar com a marginalização da doença e assim evitando que novas Marinas existam.