O estigma associado ao vírus HIV na sociedade brasileira

Enviada em 15/02/2022

Segundo a lei da inércia, de Newton, a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da física, é possível perceber a mesma condição no que concerne ao problema do estigma assocociado ao vírus HIV no Brasil, que segue sem nenhuma intervenção que o resolva. Nesse contexto, torna-se evidente como causas a base educacional, bem como a falta de conhecimento.

A princípio, a falta de educação caracteriza-se como um complexo dificultador. Para Kant, o ser humano é resultado da educação que teve. De acordo com essa perspectiva, se há um problema social, há como base uma lacuna educacional. No que tange as pessoas que vivem com o vírus HIV, percebe-se a forte influência dessa causa, uma vez que a escola, com seu principal objetivo de ensinar e também informar causas sociais, não trás debates que ajam na resolução da questão.

Outrossim, a carência de conhecimento ainda é um grande impasse para resolver a problemática. Segundo uma pesquisa do www.metropoles.com, 64% dos entrevistados declararam já terem sido vítimas de preconceito vindo de familiares. Nessa perscpectiva, se as pessoas da família não têm acesso a informação séria sobre o vírus HIV, infelizmente, sua visão será limitada, o que dificulta a erradiação do problema.

É evidente portanto, que tais entráves precisam ser solucionados. Para que isso ocorra, o MEC, que tem por objetivo desempenhar a base educacional dos brasileiros, deve desenvolver palestras em escolas, a serem webconferenciadas nas redes sociais destes órgãos, por meio de entrevistas com vítimas do problema e especialistas no assunto, com o objetivo de trazer mais lucidez sobre o tema e erradicar o problema. Em suma, é preciso que se aja agora pois como constatou Anne Frank: “Que maravilha é ninguém esperar um único momento pra mudar o mundo.”